A preocupação com o aumento da temperatura média do planeta aliada a perda de espécies animais, fauna e flora impulsionam cada vez mais as pautas de como melhorar ações de sustentabilidade. O uso de garrafas plásticas é um dos assuntos mais debatidos.

É muito comum nos dias de hoje falarem sobre a eliminação do plástico em diferentes operações para reduzir os impactos ambientais, no entanto, isso ainda é bastante discutido por uma simples razão: quais são as alternativas para o uso de plástico? Elas de fato são eficientes e ecológicas?

Antes de mais nada, é importante ter em mente que sustentabilidade engloba muito mais do que os cuidados com o meio ambiente e a natureza, mas a união da tríplice: meio ambiente + comunidade + desenvolvimento econômico. A ideia é que esses pilares fiquem em harmonia.

Esses três pilares precisam ser sempre considerados para garantir a sustentabilidade de maneira ativa. A seguir, vamos entender mais profundamente os impactos de retirar as garrafas plásticas do mercado.

Impacto de retirar garrafas plásticas do mercado

Um estudo recente feito pelo Bureau of Labor Statistics estimou que mais de 650 mil americanos trabalham com garrafas plásticas, chapas de plástico laminado e fabricação de folhas do material. Isso significa que eliminar essa matéria-prima do consumo, colocaria todos esses empregos em risco.

Aí você pode estar pensando “mas se aumentar o consumo de vidro e alumínio, vamos crescer o emprego para esses segmentos”, correto, porém, além de serem habilidades super distintas, esses materiais também aumentam os gases responsáveis pelo efeito estufa, ou seja, contribuem para o aquecimento global.

Com isso, a economia seria bastante impactada. De acordo com uma avaliação econômica do ciclo de vida do produto/insumo, feito pela Carnegie Mellon University, a produção de garrafas plásticas gera um impacto econômico muito maior do que a produção de vidro ou alumínio, e menos gases de efeito estufa.

Logo, substituir garrafas plásticas por modelos de vidro ou alumínio é um equívoco que não garante a manutenção nem do pilar econômico, nem da comunidade (já que a taxa de desemprego seria bastante elevada) e nem mesmo ambiental.

O gasto para produzir garrafas plásticas

A fabricação de garrafas plásticas é também muito mais benéfica ao meio ambiente do que outros materiais. A razão disso está principalmente relacionada à exigência de energia, que é menor do que a do vidro.

Outro ponto importante, é que a fabricação dos recipientes em plástico emite menos dióxido de carbono (CO2), um dos principais gases do efeito estufa. Enquanto a produção de garrafas plásticas gera 778 toneladas de CO2, o vidro emite 932, e o alumínio, 1.070 toneladas.

Para cada dólar gasto na fabricação de garrafas plásticas, U$ 2,82 são adicionados à economia. O que demonstra um forte apoio para o pilar de sustentabilidade do país.

Fica claro que a produção de garrafas plásticas traz uma série de benefícios em comparação a outros materiais, e por isso, é um erro acreditar que simplesmente acabando com o consumo do material a situação climática do planeta vai acabar.

O ideal é que sempre haja um equilíbrio entre essas matérias-primas para manter os pilares da sustentabilidade em harmonia.

O consumo de garrafas plásticas

Um estudo feito pelo jornal The Guardian revelou que a cada minuto são consumidas 1 milhão de garrafas plásticas no mundo inteiro. A razão disso é que se trata de um produto bastante popular e comercializado em diferentes espaços.

Isso não é segredo para ninguém. As garrafas plásticas são vendidas em todos os lugares: na lanchonete, na banca de jornal, nos supermercados e em lojas de varejo.

A boa notícia é que as garrafas de plástico podem ser recicladas e o grande problema existente nos dias de hoje é que isso não é feito com tanta frequência.

No Brasil, por exemplo, o consumo do plástico explodiu com o aumento do delivery durante a pandemia, e menos de 2% do material foi reciclado.

É um dado alarmante que vai além do consumo de garrafas, mas do plástico como um todo, e levanta a questão de que talvez o problema esteja aí. Que tal no lugar de eliminar o consumo de garrafas de plástico, houvesse o aumento da política de reciclagem nos países?

Outro ponto importante é buscar por consumir o plástico de empresas distribuidoras responsáveis e que entendem a importância do plástico para a economia e garantia de empregos. É o caso da Compostos do Brasil, uma distribuidora de termoplásticos para todos os segmentos.

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O material é naturalmente transparente, produzido à base de Acetato de Celulose e é comercializado na forma de pellets.

A principal matéria-prima é a celulose, extraída das florestas de Blue Ridge, nos Estados Unidos, de forma sustentável e transformado com ácido acético, um dos componentes do vinagre.  A fórmula do vinagre é composta por vários componentes, sendo um deles (mas não o único) o ácido acético.

O produto final, embora quimicamente semelhante ao papel, pode ser processado em uma ampla gama de aplicações, incluindo canudos, talheres, tampas termoformadas e outros produtos usando máquinas convencionais de processamento de plástico.

Os materiais BlueRidge™ são eficientemente biodegradáveis ​​e podem passar pelo processo de compostagem doméstica.

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